segunda-feira, 28 de julho de 2014
Estrias: Descubra como surgem e saiba como tratá-las
Se tem algo que incomoda homens e mulheres é o aparecimento de estrias na pele. Esses riscos, semelhantes a cicatrizes, costumam aparecer em diferentes pontos do corpo, entre eles: nas coxas, quadris, barriga, braços, nas costas e nas nádegas.
Segundo Ana Claudia Gomes, fisioterapeuta do Zahra Spa & Estética, o aparecimento de estrias, normalmente se dá quando ocorre um estiramento da pele em curto período, podendo ser por causa do aumento de peso corporal. “A consequência é o rompimento das fibras elásticas e de colágeno. Todavia, alterações hormonais, corriqueiras no período gestacional ou na adolescência, contribuem para o surgimento do problema”, descreve.
A predisposição genética aumenta a probabilidade do aparecimento de estrias na pele e, de modo geral, elas surgem até os 30 anos de idade que é quando as fibras elásticas da pele ainda apresentam rigidez. Aliás, o efeito sanfona, aumento da massa muscular durante a musculação e tratamentos sistêmicos com corticoides favorecem o problema.
“As estrias avermelhadas são as mais recentes. Como as fibras ainda estão se reorganizando, são mais fáceis de serem tratadas. Porém, quando o tratamento não é feito elas perdem gradativamente a coloração e ficam brancas. Neste caso, como não apresenta mais a reação inflamatória, são mais difíceis de serem tratadas”, informa a fisioterapeuta.
É possível combater!
A boa notícia é que as clínicas de estética contam com diversos tratamentos para combater essa vilã da pele. Vale ressaltar que, dependendo do tamanho e tempo da estria, não é possível eliminá-la totalmente, mas é possível que fiquem invisíveis a olho nu.
A fisioterapeuta explica que um dos tratamentos que tem sido muito requisitos é a carboxiterapia. “Consiste na injeção de dióxido de carbono (CO2), por meio de uma agulha fina, sob a pele com o objetivo de melhorar a circulação celular e a oxigenação dos tecidos”, descreve Ana Cláudia.
Isso ocorre, pois o gás tem um efeito vasodilatador, facilitando os fluidos entre as células e, dessa forma aumenta circulação sanguínea no local. “Durante o procedimento o paciente sente uma leve ardência e, em alguns casos, um incomodo na pele. No entanto, nada que provoque dores intensas. O benefício é que além de amenizar as estrias, ameniza a celulite e traz rejuvenescimento corporal”, garante a especialista.
Para resultados eficazes, a recomendação é de 10 a 20 sessões, com aplicações realizadas uma ou duas vezes por semana para que o organismo metabolize o gás. “Já na terceira semana sessão é possível notar a melhora. Lembrando que, o tratamento não é indicado para gestantes ou com doenças crônicas”, conclui Ana Claudia Gomes.
SOBRE A FONTE
Ana Claudia Gomes, fisioterapeuta do Zahra Spa & Estética.
Seleção de texto: Lazinha Paes Leme
7 mitos e verdades sobre a cirurgia plástica no inverno
Procura por procedimentos estéticos cresce nesta época, saiba o que é real sobre as intervenções médicas no frio
Os meses de junho e julho são os mais gelados do ano e, também, um dos períodos mais procurados para fazer cirurgias plásticas. Por serem meses frios, muitas mulheres optam por fazer intervenções estéticas. Mas, operar no inverno é a melhor opção? O diretor clínico da Dream Plastic, uma das maiores clínicas de cirurgia plástica do Brasil, Fabrício Veloso, aponta os 7 mitos e verdades sobre as cirurgias plásticas no inverno:
1- Os meses de junho e julho são os mais procurados para fazer uma cirurgia plástica? Mito ou verdade?
Parcialmente verdade. Os meses de junho e julho, de fato, estão entre os mais procurados. Contudo, dezembro e janeiro também aparecem com a mesma proporção no número de cirurgias, uma vez que durante os meses citados as pessoas geralmente estão em período de férias e também podem contar com a ajuda de amigos ou parentes disponíveis pelo mesmo motivo.
2- O inverno é realmente a melhor época do ano para se realizar uma cirurgia plástica? Mito ou verdade?
Verdade. Nessa época do ano é mais confortável realizar a cirurgia. Pacientes recém-operadas devem evitar a exposição ao sol, uma vez que tal fato poderá comprometer a cicatrização. Além disso, o calor potencializa o inchaço, principalmente quando a pessoa já tem tendência a reter líquidos.
3- Existem cirurgias plásticas não indicadas para esta época do ano? Mito ou verdade?
Mito. Contraindicações cirúrgicas geralmente não estão relacionadas ao clima. Muitas mulheres optam por essa estação do ano, no intuito de estarem preparadas para usufruir do verão com a sua nova silhueta. De fato, a paciente deve levar em consideração, sobretudo, a qualidade da formação acadêmica do cirurgião plástico, se o mesmo é especialista em Cirurgia Plástica, sendo membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.
4- Os incômodos pós-cirúrgicos são menores por causa do frio? Mito ou verdade?
Verdade. O clima mais ameno proporciona maior conforto para a paciente que busca melhorar o contorno corporal, uma vez que as malhas cirúrgicas podem incomodar muito durante o verão. Além disso, no inverno, os inchaços típicos do pós-cirurgico são menos intensos.
5- Os inchaços após a cirurgia tendem a diminuir com mais facilidade no inverno? Mito ou verdade?
Verdade. O período frio provoca uma vasoconstrição periférica, ou seja, uma contração dos vasos sanguíneos, proporcionando a redução do inchaço. Por este motivo, o inverno chama a atenção dos pacientes.
6- Os resultados das cirurgias plásticas no inverno são mais satisfatórios? Mito ou verdade?
Mito. Um resultado satisfatório está relacionado a uma série de fatores que não incluem a estação do ano. Um pós-operatório bem sucedido, no qual a paciente segue todas as orientações médicas, será o grande diferencial. A mesma deve respeitar o período de repouso evitando esforço físico excessivo, além de cumprir rigorosamente os intervalos das medicaçõesprescritas.
7- Cintas modeladoras são mais confortáveis no inverno e facilitam a recuperação da paciente nesta época? Mito ou verdade?
Verdade. Uma vez que a incidência de raios solares nessa época do ano é consideravelmente menor, o uso de cintas elásticas e sutiãs durante o pós-operatório se torna mais confortável para a paciente. Além disso, o fato de suar menos proporciona um procedimento mais higiênico.
Sobre a Dream Plastic
A Dream Plastic, uma das maiores clínicas de cirurgia plástica do Brasil, está localizada na cidade de São Paulo e é considerada referência no segmento de cirurgia plástica no país. Com 1000m² de estrutura, conta com 100 colaboradores, entre médicos, anestesistas e profissionais administrativos.
A Dream Plastic já realizou mais de 40 mil cirurgias plásticas e preza pela formação acadêmica de seu corpo clínico, composto por profissionais especializados nas melhores universidades públicas do país, como USP, UNIFESP e UNESP, além de serem membros da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Mais informações: www.plasticadosonho.com.br
Seleção de texto: Lazinha Paes Leme
Saiba como funciona a doação de óvulos
A lei brasileira define que a doação de óvulos tem de ser anônima, sendo que a mãe oficial é aquela que gerou o bebê, ou seja, quem recebeu o óvulo doado para ser fecundado e transplantado em seu útero. “É importante explicar que qualquer mulher em idade fértil pode doar seu óvulo àquelas pacientes que não podem engravidar de forma natural. No entanto, não existe no País um banco de óvulos congelados para doação, mas algumas clínicas mantêm óvulos que possam ter sobrado de algum tratamento e, com permissão da paciente, estes são encaminhados à doação”, explica o ginecologista Joji Ueno (CRM 48.486), Doutor em medicina pela Faculdade de Medicina da USP e responsável pelo setor de Histeroscopia Ambulatorial do Hospital Sírio Libanês e Diretor na Clínica Gera.
Na prática, o processo é bem simples. Enquanto a doadora destina-se à coleta dos óvulos, uma receptora tem o seu útero preparado para o recebimento do embrião. O médico comenta que para coletar este material, chamado gametas, a doadora tem de se submeter à indução de ovulação. “São utilizados medicamentos específicos no início do ciclo menstrual que irão agir diretamente no ovário, induzindo o crescimento dos óvulos”, acrescenta.
Em aproximadamente 10 dias, estes óvulos estão preparados para ser retirados, por meio de uma agulha aplicada na vagina, guiada pelo transdutor transvaginal. “Por meio de ultrassonografia e exames de sangue verifica-se se os óvulos estão prontos. Depois disso, o transdutor transvaginal atinge a região ovariana para aspirar ao conteúdo dos folículos, onde estão os óvulos”, detalha o ginecologista. Todo o procedimento é realizado com sedação leve.
Após este processo, o especialista tem de avaliar se os óvulos estão em condições de serem transferidos para que ocorra a fertilização in vitro (FIV). Na data em que são aspirados, é necessário que o doador do sêmen faça a coleta dos espermatozoides, pois no mesmo dia deverão ser fecundados em laboratório. “A ideia é que o procedimento reproduza exatamente o que aconteceria no útero de forma natural, colocando um óvulo e alguns espermatozoides em uma mesma cultura ou injetando-os diretamente”, afirma o especialista. Na seqüência, os embriões devem passar por um período de maturação, para depois serem transferidos para o útero feminino. E após uns 14 dias, a paciente realiza exame para diagnosticar que o método obteve resultado positivo.
Para tornar-se doadora, a mulher deve ter idade menor que 35 anos, pois nessa faixa etária os óvulos são mais novos e apresentam chances menores de apresentarem algum tipo de problema genético. A doadora também não pode ter alguma doença genética hereditária, problemas de saúde como cânceres dependentes de hormônio. Em geral, participam deste tipo de procedimento, mulheres que já estão em tratamento de reprodução assistida, sendo que não é oferecido algum pagamento pela doação. “As clínicas costumam sugerir a doação compartilhada, ou seja, a doadora tem um abatimento no tratamento que já está sendo realizado”, finaliza o médico.
SOBRE A FONTE:
Ginecologista Joji Ueno (CRM 48.486), Doutor em medicina pela Faculdade de Medicina da USP e responsável pelo setor de Histeroscopia Ambulatorial do Hospital Sírio Libanês e Diretor na Clínica Gera.
Seleção de texto: Lazinha Paes Leme
sexta-feira, 18 de julho de 2014
CODEPENDÊNCIA: SAIBA O QUE É, CARACTERÍSTICAS E TRATAMENTO
A maioria das pessoas que estabelecem uma relação de dependência não percebe a mudança do seu comportamento, elas passam fugir de suas responsabilidades, não desenvolvem suas qualidades e habilidades para encarar as consequências de uma vida adulta.
Os relacionamentos codependentes podem acontecer na família, no ambiente de trabalho, entre amigos e marido ou mulher.
Segundo a terapeuta e coach Dra.Erica Aidar, a codependência está associada à forma como o indivíduo depende da outra pessoa. “A esposa que tolera todas as consequências do marido em relação ao alcoolismo, agressividade, crises de ciúmes, suportando todos esses abusos porque ela tem medo da separação e acaba se submetendo a chantagens emocionais do marido”, afirma.
Ainda tem os casos em que o filho mantém uma relação de codependência com o pai. “O pai assume todas as consequências do seu filho por se preocupar excessivamente com o seu bem estar, o que acaba gerando uma relação de dependência entre ambos. O filho não cresce e muito menos amadurece”, diz a terapeuta.
A maioria das pessoas que mantém uma relação de codependência tem baixa autoestima, toleram os problemas dos outros, pois temem perder o amor e a atenção do individuo. “Eles apresentam dificuldade em manter uma relação saudável e sempre estão prontos para atender qualquer solicitação do indivíduo tolerando todos os tipos de abusos. Essas pessoas não enxergam que mantém um relacionamento egoísta que pode afetar tanto a saúde física e emocional, apresentando quadros depressivos e ansiosos”, ressalta a Dra. Erica Aidar.
Conforme o tempo vai passando a pessoa pode deixar a sua vida de lado. “É um processo longo que pode levá-la a autodestruição e o abandono de si mesma. Quando a pessoa chega nesse nível pode ser necessário ajuda de um profissional”, aconselha a especialista.
O tratamento da codependência ajuda o indivíduo a buscar a sua autoestima e se libertar dessa relação. “Com o acompanhamento de um terapeuta é possível trabalhar nas sessões um novo comportamento para ajudar a controlar a obsessividade. Aos poucos o indivíduo vai percebendo que não há necessidade de viver na sombra do outro e que sim ele pode manter um relacionamento saudável sem excesso de proteção”, explica a Dra. Erica.
Além disso, é importante tratar a depressão e a ansiedade que também fazem parte da relação de copendência. “Pode ser necessário à consulta com especialistas para tratar esses distúrbios e o uso de uma medicação antidepressiva”, sugere a terapeuta.
A terapia só irá conseguir evoluir e melhorar o quadro do indivíduo se ele aceitar que possui um problema e que necessita de tratamento com um profissional.
Terapeuta e Coach Erica Aidar
Site - www.ericaaidarcoach.com
(Seleção de texto: Lazinha leme)
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